quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Novos rótulos, velhos conteúdos?


Coerência é uma cobrança permanente em tempos de transparência. Embalagens lindíssimas por fora com produtos ruins por dentro nos revelam que nem sempre o discurso está alinhado com a prática. O que serve para o mercado, serve para a política ou para o mercado político. Nas prateleiras partidárias encontramos de tudo, basta olhar para a esquerda ou para a direita. Recentemente, uma tendência que surgiu na Europa está sendo copiada pelos partidos brasileiros. Nomes tradicionais estão mudando para slogans panfletários e rotulando as agremiações partidárias numa verdadeira festa cosmética de marketing político. O PTN ou Partido Trabalhista Nacional, por exemplo, é agora o Podemos verde amarelo - que copiou o termo espanhol. O  PT do B, dissidência do PTB, virou o grito Avante. Já o PEN - Partido Ecológico Nacional tornou-se o Patriotas. Resta saber o que exatamente eles podem ou nós podemos, bem como identificar para onde o tal avante deseja avançar, exatamente? Questionando ainda se uns são mais patriotas que os outros - com certeza, são! As novidades ainda contam com o Livres e o Novo (que manteve a palavra partido na frente de seu nome).

Mais uma vez, aquilo que parece ser uma novidade, pode não resistir a uma análise mais profunda. Mas, propaganda funciona e ela vai sempre iludir alguns desavisados ou desinformados. O maios importante é ler o estatuto de cada um destes partidos e conhecer suas ideias e propostas, identificando as soluções para os problemas brasileiros e principalmente a origem dos recursos financeiros para resolver esses problemas. Afinal, quem paga a conta é o contribuinte e nós precisamos decidir nas próximas eleições qual o tamanho do Estado que queremos custear com o nosso suado dinheiro.

#VemPraUrna

sábado, 6 de janeiro de 2018

Conheça os partidos políticos. #VemPraUrna


São como produtos nas prateleiras da eleição. São 35 partidos políticos no site do TSE. Conheça! Eles estão embalados para você consumir. Um detalhe importante, caso compre as ideias deles, eles podem mudar sua vida! Para pior ou para melhor! Por isso, preste muita atenção nas informações, no rótulo, na embalagem e mais, no conteúdo! Na história de cada um. E descubra quem são os personagens por trás deles... 

Alguns já mudaram de nome, repare. E outros  acabaram de ser criados. Outros são velhos conhecidos...

São uns de esquerda (conte só quantos!), alguns de direita (quais?) e outros do centro. Uns falam de Deus, outros de utopias gratuitas. Muitos oferecem um mar de possibilidades mas não dizem exatamente como fazer nem de onde vai vir o dinheiro para fazer. Bom, tem aqueles que parecem em cima do muro, aguardando alguma coisa. E existem aqueles que são meio que de...aluguel? Digamos que uns fazem parte do presidencialismo de coalização...outros do presidencialismo de cooptação. Cuidado. Leia a bula (o programa de cada um, veja no site!). 

Clique aqui, agora!

O mais importante: vá votar! Vote sempre! #Eleicao2018 #TSE #Vote #ValorizeSeuVoto #FichaLimpa #VemPraUrna

sábado, 9 de dezembro de 2017

Erotização e sexualização precoce. Arma ideológica?



Os autores alemães Bernd Siggelkow e Wolfgang Buscher mostram a extensão de uma tragédia emocional entre crianças e jovens na Alemanha de hoje. A tendência preocupante entre meninos e meninas de buscarem o sexo cada vez mais cedo, incentivados por sites e publicações de pornografia, além da influência cultural que estimula a erotização infantil como um fato normal. Seria isso uma nova forma de ideologia capaz de perturbar os valores cristãos ocidentais, a família tradicional? Quais os impactos de uma erotização e uma sexualização profunda da infância na formação psicológica e afetiva dos jovens? 

Certamente uma questão a ser analisada uma vez que crianças precocemente incentivadas a fazer sexo, como uma mercadoria, desconhecendo o que é o amor, também estariam mais abertas ao assédio de pedófilos de todos os naipes, com todas as consequências psicológicas negativas inerentes a esse tipo de assédio.



sexta-feira, 5 de maio de 2017

#Venezuela urgente 1.

Seamos claros: al régimen a estas alturas no le importa si para mantenerse en el poder debe liquidar a todos los que se le oponen y luego abrirles un proceso post mortem por suicidio colectivo. Debemos tener claro que con gente así estamos lidiando. Es el cinismo sin límites, mezclado con la crueldad sin límites. Esta gente quiere que desconfiemos de nuestros propios sentidos, que no demos crédito a lo que ven nuestros ojos, que veamos negro lo blanco y, si no lo ves, te muelo a palos hasta que dé tanta hinchazón en los ojos que lo veas todo negro.
Ciertamente, nosotros estamos en dictadura desde el mismo momento en que el padre del proyecto “juró” la Constitución por primera vez, solo que era una dictadura que contaba con los votos de un pueblo cuya ignorancia él supo surfear en cada ataque a la libertad. No nos caigamos a coba: aquí la dictadura se eligió democráticamente y lo malo de optar democráticamente por la esclavitud es que el proceso no es reversible.
Se convocó en 1999 a una Asamblea Constituyente al margen de la Constitución de 1961. Fue un acto inconstitucional, pero como el líder era chévere y popular, solo un puñadito se opuso. En esta primera fase, a la que podríamos llamar “dictablanda”, se cerraron medios, se acabó con la libertad de prensa, con la división de poderes y con muchos otros principios democráticos. Ahora entramos en la segunda fase, la dictadura por todo el cañón (nunca tan bien dicho), para la cual la primera etapa fue el ensayo general. Pasamos de la dictadura consentida (“dictablanda”) a la dictadura detestada. Ya no habrá más votaciones porque saben que no las ganan. Viene la fase de la dictadura sin votos y con brutal represión.
Siguiendo el modelo de su antecesor, se convoca ahora a una constituyente al margen de la Constitución, pero como ahora no se cuenta con el consentimiento de un pueblo —que lanza mensajes de amor escritos en piedras— para apuntalar la dictadura, se pretende una constituyente cuyos miembros serán electos con un método novedosísimo, tácitamente anunciado: “la mitad sería escogida por nosotros y la otra mitad por mí”.
Los orígenes del constitucionalismo son remotos y están asociados a la concepción del hombre como ser libre, lo que implica la limitación del poder que se ejerce sobre él. Dijo Tomás Paine, uno de los padres fundadores de los Estados Unidos, lo siguiente: “Una Constitución no es un acto de gobierno, sino el nacimiento de un pueblo que constituye un gobierno, y un gobierno sin una Constitución es un poder sin derecho”.
En esta fase entramos los venezolanos: Venezuela ya no tiene Constitución. Dependemos de la voluntad de un hombre, a la nueva Carta Magna que se sugiere, le bastaría un artículo: “lo que diga yo el Supremo”. Irrumpimos, pues, en el salvaje escenario del poder sin derecho, en el terreno de la pura fuerza bruta. La pregunta es entonces a los que tienen por ley el monopolio de la fuerza: ¿cuál es el límite?, ¿a cuántos ciudadanos están dispuestos a aniquilar?

@laureanomar

domingo, 15 de novembro de 2015

sábado, 12 de setembro de 2015

Eugênio Gudin.

"É um sério problema de consciência para um homem honrado e patriota, que se encontra em posição importante e que só tem por guia a paixão de seu dever, qual o de saber até que ponto ele deve servir um Governo objeto de repulsa da Nação. Se é verdade que abandonando o posto, ele deixa o campo livre aos destruidores, em vez de procurar limitar o mal, também é verdade que submetendo-se a suas ordens, mais do que desejaria, ele acabará por se degradar sem nada ter impedido."
 
 
 
(Eugênio Gudin - 1886 - 1986)