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A comunicação política volta a atacar.

Mesmo sem tempo para cuidar direitinho desse blog, voltei com as atualizações. O cenário atual pede um bom debate e boas reflexões sobre o que acontece no Brasil pré-Copa e pré-Eleições e também na nossa América Latina. 

Guerra de informações, guerra de versões, geralmente a verdade dos fatos é a maior vítima. Mas, enfim, se são os vitoriosos que contam a história, espaços como este querem estimular democraticamente o livre pensar e criticar. Pensamento único, palavras de ordem e patrulhamento ideológico, bem como o livro vermelho (de Mao), o livro verde (de Kadafi) e o Granma, para citar alguns exemplos, são coisas de tiranias. 

Portanto, minha visão de mundo vai influenciar cada postagem. Quem me conhece sabe que defendo a liberdade de expressão e opinião, não gosto da esquerda "festiva" incoerente e deslumbrada com déspotas fantasiados de democratas e defendo o livre mercado contra o Estado burocrático e ineficiente, sem ter ingerência na vida privada das pessoas.


Acima e logo abaixo, publico cartazes de uma ONG venezuelana questionando os líderes sobre a ditadura que alarga suas garras sobre as instituições democráticas da Venezuela Agora, o país vizinho vai sendo tingido por um tal "bolivarianismo socialista" que solapa não só a eficiência da economia mas, muito mais grave, cerceia as liberdades individuais, bem como partidariza os poderes desequilibrando a diversidade de forças políticas, tão necessárias para que o pensamento único não seja imposto a ferro e fogo por um só grupo no poder.



Comentários

Pra complementar esse post, é cansativo lutar contra o autoritarismo do Estado, ainda mais sob comando de um partido autoritário, simpatizante de governos autoritário - como Cuba e China - e que já no seu nascimento tinha propostas estatizantes, igualmente prepotentes e contra as liberdades. Mas com um discurso cujo significado das palavras aparentemente defendia o contrário.

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