Pular para o conteúdo principal

As vidraças são nossas - 4

Grandes obras, muito dinheiro, políticos fanfarrões e lobby pesado para ver quem substituiu quem numa revisão (ou cancelamento) de contratos é o pano de fundo de um verdadeiro ataque à certas empreiteiras brasileiras que operam em países vizinhos ao nosso.

O Equador já havia expulsado a Odebrecht e agora é a Bolívia (que já tinha ocupado militarmente a Petrobrás) que está dando um ultimato à construtora Queiroz Galvão. O governo boliviano exige que a empresa apresente uma proposta técnica para a conclusão de um estrada que segundo parecer técnico possui falhas de estrutura na obra.

Convido você leitor(a) a ficar atento(a) e aguardar o próximo lance desse xadrez latino-americano porque as vidraças, agora, são nossas. As pedras estão voando para cima das marcas Made in Brazil.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

No deserto não existe emprego.

Este título poderia ser escrito com várias variantes: "No deserto não existe marketing" ou "No deserto não existe administração" ou "No deserto não existe economia" e por aí vai. Caminhamos para o deserto? O que me salta aos olhos é o empobrecimento geral das cidades do Brasil. Caminhemos pelas ruas das nossas metrópoles ou mesmo cidades menores e veremos o crescente número de pedintes, pessoas esmolando e pedindo por um prato de comida. Entendo que a pandemia causou milhares de mortes. Compreendo que pessoas amadas se foram e famílias inteiras sofrem com diante do pânico causado pelo vírus chinês. Mas e a falta de trabalho e de empregos devido a fechamentos e restrições ao comércio nas ruas? E a fome? Faço a analogia com o deserto como uma terra arrasada. Nela nada existe, pois tudo virou areia seca. Silencioso, triste, isolado. No deserto não existem empresas, investimentos, renda, trabalho, não existem impostos a serem cobrados ou burocratas decidindo s...

Relações Governamentais.

  As empresas precisarão cada vez mais de comunicadores preparados para navegar nas ondas e tempestades das relações governamentais. A influência dos e de poderes como o Judiciário na sociedade brasileira e consequentemente no livre mercado crescerão cada vez mais.  Entender como funcionam , como negociar e também influenciar as decisões de agentes do Estado é um enorme desafio. E claro, defender seus legítimos interesses de forma legítima será, no meu entender, fundamental para a longevidade do negócio.